Quanto custa um site profissional em 2026?

Resumo rápido: um site profissional simples (landing page) custa entre R$600 e R$1.500 no Brasil em 2026. Sites institucionais com várias páginas ficam entre R$1.500 e R$5.000, dependendo do número de páginas e funcionalidades. Projetos com loja virtual (e-commerce) ou sistemas sob medida passam de R$5.000. O maior fator de variação de preço não é o design, e sim a complexidade técnica: quantas páginas, se precisa de integração com sistemas de pagamento, banco de dados, ou SEO técnico avançado.

Esse artigo detalha os fatores reais que definem o preço, para você orçar com mais segurança antes de contratar.

Os principais fatores que definem o preço de um site

1. Tipo de projeto

  • Landing page (1 página): foco em conversão, geralmente usada para divulgar um produto, serviço ou captar leads. É o tipo mais barato e rápido de produzir.
  • Site institucional (múltiplas páginas): inclui páginas como Home, Sobre, Serviços, Contato, e às vezes um blog. Exige mais planejamento de estrutura e navegação.
  • E-commerce: loja virtual com carrinho de compras, integração de pagamento, e gestão de estoque. É o tipo mais caro por envolver mais camadas técnicas.
  • Sistema sob medida (SaaS, plataforma, app web): projetos de software personalizados, com lógica de negócio própria. Fica fora da faixa de preço de “site” tradicional.

2. Plataforma escolhida

WordPress costuma ser mais em conta que desenvolvimento 100% customizado (código do zero), porque reaproveita uma base já pronta. Já um site feito sob medida, sem plataforma, dá mais liberdade de design e performance, mas exige mais horas de trabalho — e isso reflete no preço.

3. SEO técnico incluso ou não

Muitos freelancers entregam só o visual do site, sem se preocupar com:

  • Meta tags (title, description) otimizadas
  • Schema markup (dados estruturados que ajudam o Google a entender o conteúdo)
  • Performance (Core Web Vitals — velocidade de carregamento)
  • Sitemap e indexação configurados corretamente

Um site sem isso pode ficar bonito, mas invisível nas buscas. Vale perguntar diretamente ao freelancer ou agência se SEO técnico está incluso no orçamento, porque isso muda o preço final.

4. Prazo de entrega

Projetos urgentes (entrega em poucos dias) costumam custar mais, porque exigem que o desenvolvedor reorganize a agenda. Prazos confortáveis (2 a 4 semanas) tendem a ter preços mais competitivos.

5. Quem está fazendo: freelancer ou agência

Agências geralmente cobram mais porque o preço inclui equipe (designer, dev, gestor de projeto), estrutura fixa e processos formais. Freelancers costumam ter preço mais competitivo, com atendimento direto e menos intermediários — mas vale confirmar portfólio e prazo de entrega antes de fechar.

Tabela de referência de preços (Brasil, 2026)

Tipo de projetoFaixa de preçoPrazo típico
Landing page simplesR$600 – R$1.5005 a 10 dias úteis
Site institucional (3-6 páginas)R$1.500 – R$5.00015 a 30 dias úteis
E-commerce básicoR$5.000 – R$15.00030 a 60 dias úteis
Sistema sob medidaAcima de R$15.000Varia por escopo

Valores de referência para o mercado brasileiro de freelancers e pequenas agências. Projetos maiores, com marca forte ou funcionalidades avançadas, podem ultrapassar essas faixas.

Perguntas frequentes

Um site barato vale a pena?

Depende do que está incluso. Um site barato sem SEO técnico, sem responsividade mobile e sem otimização de performance pode custar menos no início, mas gerar retrabalho (ou perda de clientes) depois. Vale comparar o que cada orçamento inclui, não só o valor final.

Preciso pagar mensalidade depois de pronto?

Normalmente sim, para hospedagem e domínio (geralmente entre R$20 e R$100 por mês, dependendo do provedor). Alguns freelancers também oferecem planos de manutenção mensal, que é opcional.

Landing page é suficiente ou preciso de um site completo?

Para divulgar um produto específico, captar leads, ou validar uma ideia de negócio, uma landing page costuma bastar. Para negócios que precisam mostrar portfólio, serviços variados, ou construir autoridade a longo prazo, um site institucional completo tende a compensar mais.


Este artigo foi escrito por UlissesWebDev, desenvolvedor freelancer especializado em WordPress, SEO técnico e performance. Peça seu orçamento.

Landing page vs site institucional: qual escolher para o seu negócio?

Resumo rápido: escolha uma landing page se seu objetivo é converter visitantes em uma única ação específica (comprar, agendar, deixar contato) para um produto ou serviço pontual. Escolha um site institucional se você precisa apresentar sua empresa de forma completa, com várias páginas (sobre, serviços, portfólio, blog), e construir presença online a longo prazo. Muitos negócios acabam precisando dos dois, em momentos diferentes.

O que é uma landing page

Uma landing page é uma página única, focada em um único objetivo de conversão. Ela corta distrações — geralmente não tem menu de navegação completo, nem links para outras páginas — para manter o visitante focado em uma ação: comprar, se cadastrar, pedir orçamento ou agendar uma call.

Quando faz sentido:

  • Lançamento de um produto ou serviço específico
  • Campanhas de tráfego pago (Google Ads, Meta Ads), onde cada clique custa dinheiro e precisa converter
  • Validação de uma ideia de negócio antes de investir em um site completo
  • Captura de leads para um evento, webinar ou material gratuito

Vantagens:

  • Mais rápida e barata de produzir
  • Foco total em conversão, sem distrair o visitante
  • Fácil de medir performance (uma única métrica de sucesso)

Limitações:

  • Não constrói presença de marca a longo prazo
  • Limitada para negócios com portfólio de serviços variados
  • Pouco espaço para conteúdo (SEO orgânico de cauda longa fica mais difícil)

O que é um site institucional

Um site institucional apresenta a empresa de forma completa: quem é, o que faz, portfólio de trabalhos, depoimentos, formas de contato, e às vezes um blog. É pensado para ficar no ar por anos, recebendo atualizações e crescendo em conteúdo.

Quando faz sentido:

  • Negócios que já têm operação estabelecida e querem presença digital sólida
  • Empresas com múltiplos serviços ou linhas de produto
  • Quem quer investir em SEO orgânico de longo prazo (artigos de blog, páginas de serviço indexadas)
  • Construção de autoridade e confiança antes da venda

Vantagens:

  • Estrutura escalável — dá para adicionar páginas e conteúdo com o tempo
  • Melhor para SEO orgânico de médio e longo prazo
  • Mostra profissionalismo e solidez para quem pesquisa a empresa antes de fechar negócio

Limitações:

  • Mais caro e demorado para produzir
  • Exige mais manutenção de conteúdo ao longo do tempo
  • Conversão mais dispersa (o visitante tem várias opções de navegação, em vez de uma ação única)

Comparação direta

CritérioLanding pageSite institucional
ObjetivoUma conversão específicaPresença de marca completa
Número de páginas1Várias (3 a 10+)
CustoMenorMaior
Prazo de produçãoRápido (dias)Mais longo (semanas)
SEO orgânico de longo prazoLimitadoForte, se houver blog
Ideal paraCampanhas, lançamentos, tráfego pagoEmpresas estabelecidas, portfólio variado

Dá para ter os dois?

Sim — e é uma estratégia comum. Muitos negócios usam uma landing page para campanhas específicas (por exemplo, divulgar um novo serviço) enquanto mantêm um site institucional como base fixa de presença online. A landing page pode inclusive linkar de volta para o site principal, direcionando quem quer conhecer mais a fundo a empresa.

Perguntas frequentes

Landing page tem SEO?

Sim, mas de forma limitada. Como é uma página única, o alcance de palavras-chave é menor do que um site com várias páginas e um blog ativo. Landing pages costumam depender mais de tráfego pago ou divulgação direta (redes sociais, WhatsApp) do que de busca orgânica.

Posso transformar minha landing page em site institucional depois?

Sim, é uma evolução natural. Muitos negócios começam com uma landing page para validar a ideia e, conforme crescem, expandem para um site institucional completo, mantendo a mesma identidade visual.

Qual é mais barato?

Landing pages são geralmente mais baratas, já que envolvem menos páginas e menos complexidade de estrutura. Veja valores de referência atualizados no artigo Quanto custa um site profissional em 2026.


Este artigo foi escrito por UlissesWebDev, desenvolvedor freelancer especializado em landing pages e sites institucionais em WordPress. Peça seu orçamento.

Por que meu site não aparece no Google? Guia rápido de SEO técnico

Resumo rápido: um site não aparece no Google principalmente por três motivos: (1) ele ainda não foi indexado — o Google simplesmente não sabe que a página existe; (2) ele tem problemas técnicos que impedem o rastreamento, como bloqueios no robots.txt ou ausência de sitemap; ou (3) ele está indexado, mas não é relevante o suficiente para as buscas que você espera aparecer, por falta de conteúdo, palavras-chave ou autoridade. A forma mais rápida de descobrir qual é o seu caso é verificar o Google Search Console.

Passo 1: confirme se o site está indexado

Antes de qualquer diagnóstico, faça este teste simples: pesquise no Google site:seudominio.com. Se aparecerem páginas do seu site, ele está indexado (pelo menos parcialmente). Se não aparecer nada, o Google ainda não rastreou seu conteúdo.

Para uma resposta mais precisa, use o Google Search Console (gratuito, em search.google.com/search-console):

  1. Cadastre seu site como propriedade
  2. Vá em “Inspeção de URL” e cole o link da sua página principal
  3. O Google mostra se a página está indexada, quando foi rastreada pela última vez, e se há algum bloqueio

Passo 2: identifique problemas técnicos comuns

Se o site não está indexado, geralmente é por um destes motivos:

Site muito novo. Se o site foi publicado há poucos dias, é normal ainda não aparecer — o Google pode levar de alguns dias a algumas semanas para rastrear e indexar um site novo, mesmo sem nenhum problema técnico.

Sitemap não enviado. O sitemap é um arquivo (geralmente /sitemap.xml ou /sitemap_index.xml) que lista todas as páginas do site, facilitando o trabalho do Google. Sem ele, o rastreamento pode ser mais lento ou incompleto.

Bloqueio no robots.txt. Esse arquivo controla o que os mecanismos de busca podem ou não acessar. Às vezes, por engano (comum em sites recém-lançados que estavam “em construção”), o robots.txt bloqueia o site inteiro do Google.

Tag “noindex” ativa. Algumas plataformas e plugins de SEO têm uma opção que impede explicitamente a indexação de uma página — útil para páginas de teste, mas um problema se ficar ativada por engano na página principal.

Falta de verificação de propriedade. Sem verificar o site no Search Console, você não recebe alertas quando o Google encontra problemas de indexação.

Passo 3: avalie se o problema é de relevância, não de indexação

Se o site já está indexado, mas ainda não aparece nas buscas que você espera, o problema geralmente é de relevância — o Google entende que a página existe, mas não a considera a melhor resposta para aquela busca. Isso costuma estar ligado a:

  • Falta de conteúdo relevante sobre o assunto pesquisado
  • Concorrência forte de sites mais estabelecidos para os mesmos termos
  • Poucos backlinks (links de outros sites apontando para o seu, um dos principais fatores de autoridade)
  • Title e meta description genéricos, que não correspondem ao que as pessoas buscam

Diferente dos problemas técnicos do Passo 2, esses fatores de relevância não se resolvem da noite para o dia — exigem tempo, conteúdo consistente e, às vezes, construção de autoridade externa (backlinks).

Checklist rápido de diagnóstico

SintomaCausa provávelOnde verificar
site:seudominio.com não retorna nadaSite não indexadoGoogle Search Console
Site indexado, mas sem tráfegoFalta de relevância/conteúdoSearch Console → Desempenho
Página específica não apareceTag noindex ou bloqueioInspeção de URL
Site inteiro sumiu do GoogleBloqueio no robots.txt ou penalizaçãoSearch Console → Cobertura

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva para o Google indexar um site novo?

Pode variar de poucos dias a algumas semanas. Enviar o sitemap e usar a ferramenta “Solicitar indexação” no Search Console costuma acelerar esse processo.

Pagar Google Ads ajuda a aparecer na busca orgânica?

Não diretamente. Anúncios pagos (Google Ads) e resultados orgânicos (busca normal) são sistemas independentes — pagar por anúncios não melhora seu posicionamento orgânico, embora ambos possam ser usados juntos como estratégia.

Preciso de um desenvolvedor para resolver isso?

Depende do problema. Verificações básicas (indexação, sitemap) você mesmo consegue fazer pelo Search Console. Problemas mais técnicos, como schema markup, performance e estrutura de código, geralmente exigem apoio de quem desenvolveu o site.


Este artigo foi escrito por UlissesWebDev, desenvolvedor freelancer especializado em WordPress, SEO técnico e performance. Peça seu orçamento.

SEO local: como aparecer em buscas “perto de mim” mesmo atendendo remoto

Resumo rápido: negócios que atendem remotamente também podem aparecer em buscas locais como “desenvolvedor de sites perto de mim” ou “freelancer [profissão] em [cidade]”. O caminho principal é criar um Google Business Profile configurado como “área de atendimento” (sem endereço público), em vez de loja física. Isso permite ranquear em buscas geográficas mesmo sem escritório aberto ao público, já que o Google Maps considera o profissional apto a atender a região selecionada.

Por que SEO local importa mesmo para quem trabalha remoto

Muita gente assume que SEO local só serve para negócios com loja física — restaurante, salão, clínica. Mas o Google também exibe profissionais de serviço (consultores, desenvolvedores, designers, advogados) em resultados locais, desde que o perfil esteja configurado corretamente como “empresa de atendimento em área”, sem exigir endereço visível ao público.

Isso é relevante porque parte considerável de quem busca “desenvolvedor de sites” ainda inclui a cidade na pesquisa — mesmo sabendo que o trabalho será remoto — porque associa proximidade a confiança e facilidade de comunicação (fuso horário, idioma, entendimento do mercado local).

Como configurar o Google Business Profile para negócio remoto

Ao criar o perfil (em google.com/business), existem duas perguntas-chave:

  1. “Você tem um local físico que os clientes visitam?” → Responda Não.
  2. “Você atende clientes em uma área?” → Responda Sim, e defina as regiões (cidades, estados ou o país inteiro) onde você aceita projetos.

Com essa configuração, seu endereço residencial (se informado) não fica público — ele é usado apenas internamente pelo Google para fins de verificação, nunca exibido para quem visita o perfil.

Outros fatores que ajudam no SEO local

Categoria correta do negócio. Escolher a categoria mais específica possível (ex: “Web designer” ou “Desenvolvedor de software”, em vez de “Empresa de tecnologia”) ajuda o Google a entender exatamente que tipo de busca seu perfil deve responder.

Palavras-chave geográficas no site. Mesmo sem escritório físico, mencionar as regiões atendidas no site (ex: “atendimento remoto para todo o Brasil” ou citar estados específicos, se for o foco) reforça o sinal de relevância geográfica.

Avaliações de clientes. Avaliações no Google Business Profile são um dos fatores que mais pesam no ranqueamento de buscas locais — mais do que otimizações técnicas isoladas.

Consistência de dados (NAP). Nome, telefone e site devem ser idênticos em todos os lugares onde aparecem (Google, redes sociais, diretórios de freelancer). Inconsistências confundem os algoritmos de busca local.

O que NÃO fazer

  • Não invente um endereço comercial falso só para parecer que tem loja física — isso viola as políticas do Google e pode derrubar o perfil inteiro.
  • Não crie múltiplos perfis para a mesma empresa tentando aparecer em várias cidades ao mesmo tempo — o Google identifica isso como spam e pode suspender os perfis.
  • Não ignore o perfil depois de criado. Perfis abandonados (sem posts, sem resposta a avaliações) tendem a perder força no ranqueamento com o tempo.

Perguntas frequentes

Preciso ter CNPJ para criar um Google Business Profile?

Não é obrigatório. Autônomos e freelancers sem CNPJ também podem criar o perfil, desde que o negócio seja real e a verificação seja concluída normalmente.

Meu endereço residencial fica visível para quem busca?

Não, quando o perfil é configurado como “área de atendimento” (sem loja física), o endereço é usado apenas para fins de verificação interna do Google, nunca exibido publicamente.

Vale a pena definir a área de atendimento como o país inteiro?

Depende da estratégia. Definir uma área muito ampla (o Brasil todo) pode diluir a relevância em buscas específicas de cidade. Se você tem preferência por atender certas regiões, vale considerar focar nelas em vez do país inteiro.


Este artigo foi escrito por UlissesWebDev, desenvolvedor freelancer especializado em WordPress, SEO técnico e performance, com atendimento remoto para todo o Brasil. Peça seu orçamento.

10 perguntas para fazer antes de contratar um freelancer para criar seu site

Resumo rápido: antes de fechar com um freelancer de desenvolvimento web, pergunte sobre portfólio, prazo, o que está incluso no orçamento (SEO técnico, responsividade, manutenção), quem é o dono do conteúdo/código depois de pronto, e como funciona o suporte pós-entrega. Essas perguntas evitam os problemas mais comuns em contratações: orçamento incompleto, prazos não cumpridos e falta de suporte depois do site publicado.

Por que essas perguntas importam

Contratar um site é diferente de comprar um produto pronto — o resultado depende muito do processo, da comunicação e do que exatamente está incluso no valor combinado. Muitos problemas em projetos de site não vêm de má intenção, e sim de expectativas diferentes entre cliente e freelancer que não foram alinhadas antes de começar. As perguntas abaixo ajudam a alinhar isso logo no início.

As 10 perguntas

1. Posso ver exemplos de projetos anteriores? Um portfólio real mostra o nível de qualidade e o estilo do freelancer. Vale pedir para ver os sites no ar, não só imagens ou mockups.

2. Qual o prazo real de entrega, e o que pode atrasar isso? Prazos vagos (“logo”, “rapidinho”) são sinal de alerta. Peça uma data ou intervalo específico, e pergunte o que costuma causar atraso (geralmente: demora do cliente em enviar conteúdo/aprovações).

3. SEO técnico está incluso no orçamento? Muitos orçamentos cobrem só o visual do site, sem otimizações de SEO (meta tags, performance, schema markup, sitemap). Pergunte explicitamente se isso está incluso ou é um adicional.

4. O site vai ser responsivo (funcionar bem em celular)? Isso deveria ser padrão em 2026, mas vale confirmar — a maior parte do tráfego de muitos negócios vem do celular.

5. Quem fica com a propriedade do código e do conteúdo depois de pronto? Alguns freelancers entregam acesso total (hospedagem, domínio, código-fonte) ao cliente; outros mantêm controle e cobram mensalidade para manter o site no ar. Alinhar isso evita ficar “refém” do prestador depois.

6. Existe suporte ou manutenção incluída após a entrega? Sites precisam de atualizações (plugins, segurança, pequenos ajustes de texto). Pergunte se há um período de suporte gratuito após a entrega e quanto custa a manutenção depois disso.

7. Como funciona o processo de aprovação e revisões? Pergunte quantas rodadas de ajustes estão incluídas no orçamento antes de cobrar extra, e como as revisões são solicitadas (WhatsApp, e-mail, plataforma específica).

8. O freelancer configura hospedagem e domínio, ou isso fica por minha conta? Alguns freelancers cuidam de tudo (domínio, hospedagem, e-mail profissional); outros esperam que o cliente já tenha isso configurado. Alinhar reduz surpresas no orçamento final.

9. Como é feito o pagamento (parcelas, sinal, entrega)? Formas de pagamento variam bastante entre freelancers. Alinhar isso com antecedência evita desconfortos no meio do projeto.

10. O que acontece se eu não gostar do resultado final? Pergunte sobre política de ajustes, cancelamento ou reembolso antes de começar — mesmo que você não espere precisar disso, é melhor ter isso claro desde o início.

Sinais de alerta ao contratar

  • Orçamento muito abaixo da média de mercado, sem explicação clara do porquê
  • Ausência de portfólio verificável (sites reais no ar)
  • Comunicação lenta ou evasiva já na fase de orçamento
  • Promessas de prazo muito curtas para o escopo pedido, sem justificativa

Perguntas frequentes

Devo escolher freelancer ou agência?

Freelancers costumam ter atendimento mais direto e preços mais competitivos; agências oferecem estrutura maior (equipe, processos formais), geralmente a um custo mais alto. A escolha depende do tamanho e complexidade do projeto.

É normal pagar um sinal antes de começar o projeto?

Sim, é comum no mercado freelancer, geralmente entre 30% e 50% do valor total, com o restante pago na entrega ou em parcelas ao longo do projeto.

Quanto tempo leva para receber uma resposta a essas perguntas?

Um freelancer profissional deve conseguir responder a maioria dessas perguntas em uma conversa inicial, sem enrolação. Demora excessiva ou respostas vagas são, em si, um sinal a considerar.


Este artigo foi escrito por UlissesWebDev, desenvolvedor freelancer especializado em WordPress, SEO técnico e performance. Peça seu orçamento.

WordPress vs Wix vs Squarespace: qual plataforma escolher para o site do seu negócio?

Resumo rápido: o WordPress é a melhor escolha para quem quer controle total, SEO técnico avançado e liberdade para crescer o site no futuro — mas exige mais conhecimento técnico ou a ajuda de um desenvolvedor. Wix e Squarespace são mais fáceis de usar sozinho (arrastar e soltar), ideais para quem quer publicar rápido sem depender de terceiros, mas têm limitações de SEO, performance e personalização a longo prazo. Para negócios que pretendem investir em SEO orgânico e crescer o site com o tempo, WordPress costuma compensar mais.

Como cada plataforma funciona

WordPress

É um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) de código aberto, usado por mais de 40% dos sites do mundo. Não é “plug and play” como Wix — geralmente exige um desenvolvedor para configurar tema, plugins e otimizações no início, mas depois de pronto, o próprio dono do negócio pode editar textos e imagens com facilidade.

Vantagens:

  • Controle total sobre código, estrutura e SEO técnico (schema markup, sitemap, performance)
  • Milhares de plugins para adicionar funcionalidades (formulários, e-commerce, SEO, segurança)
  • Sem limite real de personalização — o site pode crescer e mudar conforme o negócio muda
  • Hospedagem independente: você escolhe onde hospedar, sem ficar preso a uma empresa

Desvantagens:

  • Exige conhecimento técnico ou contratação de um desenvolvedor
  • Responsabilidade por atualizações e segurança recai sobre o dono do site (ou quem administra)

Wix

Plataforma “tudo incluso”: hospedagem, editor visual e suporte em um único lugar. Pensada para quem quer montar um site sozinho, sem programar.

Vantagens:

  • Editor de arrastar e soltar, fácil para quem não é técnico
  • Tudo incluso (hospedagem, domínio, suporte) em um só lugar
  • Bom para colocar um site simples no ar rapidamente

Desvantagens:

  • SEO técnico mais limitado — menos controle sobre performance e estrutura de código
  • Migrar para outra plataforma depois é difícil (o site fica “preso” ao Wix)
  • Menos flexível para crescer com funcionalidades avançadas

Squarespace

Parecido com o Wix em proposta (tudo incluso, editor visual), mas com foco mais forte em design — templates elegantes, muito usado por fotógrafos, designers e criadores de conteúdo.

Vantagens:

  • Templates com visual mais sofisticado, prontos para uso
  • Editor simples, bom para quem prioriza estética
  • Também inclui hospedagem e domínio no mesmo pacote

Desvantagens:

  • Mesmas limitações de SEO técnico e portabilidade do Wix
  • Menos plugins/integrações disponíveis comparado ao WordPress
  • Customização de funcionalidades específicas é mais limitada

Comparação direta

CritérioWordPressWixSquarespace
Facilidade para iniciantesMédia (exige aprendizado ou dev)AltaAlta
Controle de SEO técnicoAltoMédio-baixoMédio-baixo
PersonalizaçãoIlimitada (via código e plugins)LimitadaLimitada
Portabilidade (migrar depois)AltaBaixaBaixa
Custo inicialVaria (hospedagem + dev, se contratar)Fixo, por planoFixo, por plano
Ideal paraNegócios que querem crescer e investir em SEOQuem quer publicar rápido, sozinhoQuem prioriza estética, portfólio visual

Qual escolher, na prática

Se você pretende investir em SEO orgânico a médio e longo prazo — blog, artigos, crescimento de tráfego pelo Google — o WordPress tende a compensar mais, mesmo exigindo ajuda técnica no início. Se o objetivo é ter uma presença simples no ar o quanto antes, sem depender de terceiros, e SEO avançado não é prioridade agora, Wix ou Squarespace resolvem bem.

Vale lembrar que migrar de Wix/Squarespace para WordPress depois é possível, mas dá trabalho — geralmente é melhor decidir a plataforma pensando no que o negócio vai precisar daqui a 1-2 anos, não só no que resolve hoje.

Perguntas frequentes

WordPress é gratuito?

O software em si é gratuito e de código aberto. Os custos vêm de hospedagem, domínio e, geralmente, contratação de um desenvolvedor para configurar tudo corretamente no início.

Dá para fazer SEO em Wix e Squarespace?

Sim, ambos têm ferramentas básicas de SEO (title, meta description, alt text em imagens). A limitação está em SEO técnico mais avançado — velocidade de carregamento, schema markup detalhado, e controle sobre código, que ficam mais restritos nessas plataformas.

Consigo editar meu site WordPress sozinho depois de pronto?

Sim. A parte técnica mais complexa (tema, plugins, otimizações) costuma ficar por conta do desenvolvedor na configuração inicial. Depois disso, editar textos, imagens e publicar posts de blog é simples, parecido com usar um editor de texto.


Este artigo foi escrito por UlissesWebDev, desenvolvedor freelancer especializado em WordPress, SEO técnico e performance. Peça seu orçamento.

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